Bem vindo à Herdeira das Letras! Esta é uma revista virtual onde você pode encontrar de tudo. Desde posts sobre política até recomendações de livros, filmes e locais para conhecer. Afinal, o que é a vida sem diversidade?
Glee surpreende com estreia da nova e última temporada. Há muito tempo a série tem perdido espaço e se distanciado de suas origens. Por mais que tenha sido frustante ver Rachel distante de seus sonhos novamente, Glee retorna com uma mensagem de esperança.
Pode-se dizer que a série conta através de sua personagem principal sua própria história de sucesso, decadência e desejo de nova acensão. Se permanecer neste nível de performances profundas e cenas que tocam a alma, Glee tem tudo para finalizar em alta novamente, assim como Rachel.
Abaixo algumas das performances dos primeiros três episódios.
Perfeição. É esta a palavra que pode definir o filme que muitos diziam ser o mais aguardado do ano. O terceiro da série Jogos Vorazes, A Esperança chega deixando a sensação de que valeu a pena esperar. Assim como seus antecessores, tem a capacidade de criticar com maestria a sociedade em que vivemos. Diferente dos primeiros, mostra-se muito mais do lado dos rebeldes, retratados em cenas emocionantes.
Na trama, Katniss Everdeen, a garota em chamas, está refugiada no Distrito 13, após ter seu lar destruído pela Capital e ser resgatada da arena do Massacre Quartenário. A presidenta Coin e seus aliados desejam que a garota se transforme no símbolo da revolução, o Tordo.
Katniss sofre por estar sem Peeta nessa empreitada, já que o garoto do pão está preso na Capital, sendo usado como uma arma para combater as ações dos rebeldes. Porém, a garota conta com outros aliados como o criativo Beetee, o guerreiro Gale, a irônica Effie, o vitorioso, embora atormentado, Finnick e a rígida presidenta Coin. Muito embora A Esperança não seja tão leal ao livro quanto Em Chamas, talvez seja esta característica que o torne tão encantador, mostrando não somente a profundidade emocional de Katniss mas também a intensa movimentação rebelde.
Raramente digo que um filme conseguiu chegar próximo à qualidade do livro, porém, no caso de A Esperança, curvo-me à qualidade do diretor Francis Lawrence e do grande elenco. Este filme é, no mínimo, tão bom quanto o livro.
Como vocês perceberam, há muito tempo não falo de Glee. Poderia usar o fato real de eu estar ocupada de mais como desculpa. Mas acontece que este não foi o único fator que me fez parar de escrever sobre a série.
Glee passou por momentos difíceis desde o fim da terceira temporada chegando ao ápice com a morte de Cory Monteith. É inegável que a série não é a mesma e talvez, menos interessante. Nos últimos episódios, porém, o programa criado por Ryan Murphy ganha novos ares. A partir do momento de nostalgia no centésimo episódio, as histórias de Glee se tornaram mais emocionantes e singelas.
Mesmo tendo mudado da primeira temporada para agora, Glee, hoje, é uma excelente série, lembrando-nos do valor de nossos sonhos e como é possível realizá-los. O episódio da última terça-feira, Opening Night, foi emocionante, refletindo a realização do maior sonho da Rachel. Abaixo exponho alguns vídeos dos últimos episódios, comemorando a nova vida de Glee.
Lembro também que a quinta temporada passa todos os sábados as 18 horas e 30 minutos na Fox Brasil.
Tá aí um filme cheio de celebridades. Noé, como todos sabem, é baseado em uma história bíblica e investiu muito em efeitos especiais e atores super conhecidos como Emma Watson (Harry Potter), Logan Lerman (As Vantagens de Ser Invisível), Russel Crowe (Os Miseráveis) e muitos outros. Essa obra acumulou críticas tanto positivas quanto negativas antes mesmo de estrear.
Tenho que admitir que só fui aos cinemas por acreditar no trabalho desses grandes atores que mencionei. Não foi em vão. Na verdade, o filme começa... morno. Porém,, no decorrer da história, a trama mexe com seu emocional e saímos do cinema questionando a fé e os comportamentos humanos.
No entanto, como Hollywood tem sempre que levantar uma bandeira, o filme pega pesado ao acusar os humanos não vegetarianos. Segundo o filme os comedores de carne são maus e não respeitam a natureza. Neste ponto a obra é incoerente, já que, mesmo na Bíblia, há consumo de carne.
Em uma visão geral, diria que Noé não é um filme indispensável, entretanto, vale a pena assistí-lo se você gosta de épicos ou deseja refletir sobre sua existência.
A maioridade significa tornarmo-nos responsáveis por nós mesmos. É a hora de trabalhar, pois o trabalho nos trará dinheiro, prestígio e autonomia. Somente assim seremos alguém na vida.
Mas nem sempre trabalho significava de dignidade. Na Idade Média, trabalhar era sinônimo de alguém inferior. Não muito diferente dos escravos, que eram tratados como animais. Na época da escravidão, a integridade estava em gastar o dinheiro adquirido com o suor alheio.
Atualmente, porém, para ganhar dinheiro é preciso trabalhar, mas não em qualquer profissão. Homens honrados são médicos, advogados ou engenheiros! Essas profissões é que trarão felicidade. No entanto, como ser feliz se fazer cálculos, ver sangue e estudar leis lhe é uma ideia desagradável?
O fato é que o dinheiro e uma profissão de renome não significam ser feliz. Os antigos filósofos gregos acreditavam que só atingiríamos a plenitude se aproveitássemos nossos talentos. Este pensamento filosófico deveria ser incentivado nas escolas. A partir do momento que nossos jovens exercerem as carreiras que amam, farão seu trabalho com imensa paixão e dedicação que a qualidade dos serviços prestados aumentará sensivelmente. Por outro lado, a realização profissional não é suficiente para uma vida tranquila. O aumento do salário mínimo é primordial. A remuneração adequada é primordial para uma vida com dignidade. Afinal, país rico, é pais sem pobreza, certo?
Acabo de ler um texto muito interessante. É um livro de reportagens, na verdade, de uma jornalista chamada Eliane Brum. A Vida que Ninguém Vê, porém, não é um livro típico. A cada pequena história descobrimos que a vida pode ser muito profunda, de maneiras que não imaginávamos antes.
Nesta obra, ganhadora do prêmio Jabuti de 2007, Eliane nos fala sobre a vida de pessoas nas quais, muitas vezes, não prestamos atenção. Fica provado, para quem leu o livro, que na realidade, todos somos extraordinários, e que nossas rotinas dão histórias dignas de heróis, bastando mudar o olhar. Para mim, Eliane Brum provou em A Vida Que Ninguém Vê que jornalismo pode mesmo ser literatura em poucas palavras.
Uma viagem internacional é um sonho
para muitos. Acreditamos que lugares diferentes nos tornem uma pessoa melhor. E
isso pode acontecer. Serão as paisagens paradisíacas que nos cercam em nossos
destinos? Ou a comida que excita nosso paladar? Nada disso, são as pessoas que
conhecemos as capazes de nos transformar.
Desde crianças somos influenciados
pelo local onde crescemos. Nós absorvemos a cultura e vivemos de acordo com os
princípios que nos foram ensinados. É comum que não tenhamos conhecimento da
forma como as populações de outros países vivem. Sem saber do quanto perdemos
com isso.
Vejamos os gregos e romanos. Quando
Roma invadiu a Grécia, ao invés de destruir todo o conhecimento encontrado,
decidiram por torná-lo parte de sua cultura, adaptando-o à sua visão.
E é este o princípio fundamental
das viagens. Pois, ao observar o outro, aguçamos o nosso olhar. A percepção do
diferente faz com que tenhamos uma melhor compreensão de nós mesmos.
Uma vez transformados, mudamos
conosco aqueles que estão ao nosso redor. Transmitimos nossas vivências e
aprendizados. O viajante, em seu retorno, trás
consigo a mágica de uma viagem e é capaz de contaminar a todos com sua alegria
e experiência.
Escravidão. Quando pensamos sobre o assunto a imagem que se forma em nossas mentes é de negros apanhando café e recebendo chibatadas de feitores que obedecem cegamente as ordens dos "coronéis". Tudo acontecido há séculos atrás ou em uma novela de época da Globo.
Nem por um momento lembramos da escravidão como uma prisão. Situação que humilha um ser humano, o faz sofrer, o mantém longe das pessoas que ama e de sua terra. Os escravos são vítimas do preconceito. Vítimas dos que se julgam melhores e superiores.
É essa visão deturpada de que uma pessoa pode ser inferior a outra que nos leva a encontrar a escravidão nos dias atuais. O trabalho infantil e o dos cortadores de cana, homens e mulheres que vivem ameaçados pelo poder dos "novos coronéis", são exemplos de que essa agressão à humanidade continua firme e forte.
No entanto, o trabalho forçado e o castigo físico não são as únicas expressões da escravidão. Recentemente essa tortura ganhou novos ares. Em nossa sociedade vivemos tão preocupados com a opinião alheia e com a quantidade de dinheiro em nossas contas bancárias que esquecemos de ser. Não mais expressamos nosso eu. Somos escravos da aparência. Machado de Assis diria que nos tornamos medalhões, belos por fora, porém, ocos.
Infelizmente, não há cura para todos os males, o que devemos fazer, portanto, é iniciar campanhas contra o trabalho escravo. Somente com pressão popular o poder publico aumentará a fiscalização, resgatando muitas pessoas da vida de escravo e do medo. Leis rígidas e punições severas podem inibir essa prática terrível entre os novos "senhores de escravos". Mas o que fazer quanto à escravidão a qual estamos todos submetidos? Quanto a isso, nos resta lembrar que somos os donos de nossas vidas e cabe a nós fazer ou não o que nos traz felicidade.
E, para seguir com a tradição do blog, uma música...
Natal. Definitivamente é uma data muito comemorada ao redor do mundo. Nesta época do ano nos sentimos mais próximos de honrosos sentimentos como a caridade e a felicidade. Isso se deve a pessoa que dá vida ao Natal: Jesus.
O próprio significado da palavra significa nascimento. Curioso é a data ser comemorada em dias diferentes. Na Russia o Natal é comemorado em 7 de janeiro e, no Japão, em 22 de novembro. Esta também é uma celebração de união, já que várias de suas tradições foram adquiridas de outras culturas.
Você deve estar se perguntando o que eu quero com todo este papo. Deve ter desconfiado, claro, que é só um desejo de Feliz Natal. E está certo. Não importa em que dia seja comemorado, neste Natal, desejo que todos se lembrem que esta festa é a celebração da vida, da felicidade, da amizade e, principalmente, da esperança.
Este episódio de Glee não é um dos melhores, na minha opinião, mas nem por isso deixa de ser divertido! O New Directions se preocupam com a concorrência das Nacionais. Um dos grupos é como a Lady Gaga e os integrantes do grupo se preocupam que a maioria se assemelhe com a Katy Perry. Tina reclama que a maior Gaga do clube, Kurt, não está mais lá.
Para quebrar esta rivalidade entre as duas divas, Mr.Shue decide fazer uma semana homenageando as duas popstars. Funciona da seguinte forma, os gleeclubers que se identificam com Katy Perry, cantaram Gaga e vice versa.
Enquanto isso, em Nova Iorque, Kurt quer montar uma banda, Dani pede para entrar. O rapaz aceita e convida Rachel e Santana para participarem também. Santana diz que sim (mais por causa da Dani do que da banda) e Rachel rejeita a oferta, ela diz estar muito ocupada com os ensaios para Funny Girl.
Kurt aluga uma sala para fazer as audições para sua banda, no entanto só aparece uma pessoa para o teste, Starchild. Ele canta "Mary The Night", da Lady Gaga. Santana e Dani adoram, Kurt, não. O garoto diz a Satarchild que ele não se encaixa no perfil da banda. Santana se surpreende com a atitude do amigo, mas Kurt está irredutível.
Sam está apaixonado pela enfermeira da escola e fica um pouco decepcionado quando descobre que ela faz mais o estilo da Lady Gaga que da Katy Perry. Então, ele aproveita a atividade do New Dirctions para impressionar a garota.
Jake aceita ser o coreógrafo das Cheerios e Marley o incentiva. Mas, após um encontro onde Jake tentou passar a mão em seus seios, os dois brigaram. O irmão de Puck começou a ter um caso com Bree (a líder de torcida do mal).
Sam, Blaine, Artie, Ryder e Marley apresentam "Applause", da Lady Gaga. Sam havia convidado toda a escola para a apresentação fazendo um vídeo no estilo da cantora. Penny (a enfermeira) e Becky compareceram. Durante a performance, quase todos se mostraram bem versáteis, menos Marley (que se vestiu exatamente como a Katy Perry), já que ela queria provar para Jake que não mudaria quem ela é por causa dele nem de ninguém. Com essa atitude, o que Marley conseguiu foi ser suspensa do Glee Club por uma semana.
Sam descobre que Penny gosta muito mais da Katy do que da Lady Gaga, mas que ela gostava de agir ao contrário para que as pessoas não a achassem sem graça. Sabendo disso, o garoto a convidou para a apresentação do grupo da Katy no Glee Club. Jake, Kitty, Unique e Tina cantaram "Wide Awake".
Após uma conversa com Rachel, Kurt se arrepende de não ter aceito Starchild para a banda e começa a procurá-lo, sem sucesso, já que não sabe nem o verdadeiro nome nem o telefone do garoto. Por sorte, o artista aparece no bar onde Kurt trabalha, vestido de uma forma totalmente diferente da que estava da última vez e ele é finalmente aceito na banda.
Agora só faltava um detalhe, o nome do conjunto. Dani, Santana e Starchild (que chama Elliot) dão sugestões, todas rejeitadas por Kurt. Rachel chega do seu ensaio e sugere um nome que, para o amigo, é perfeito. Todos tentam convencê-la a entrar na banda, agora chamada Pamela Lansbury.
Por fim Sue suspende todos os alunos do New Directions e todos começasm a cantar "Roar" da Katy Perry. As pessoas em Nova Iorque também cantam.
Sábado agora foi dia 12 de outubro. Já pararam
para pensar quanta coisa cabe nesse dia? Dia de Nossa Senhora Aparecida, Dia da
Criança, Dia Internacional da Leitura, Dia do Mar, Dia da Hispanidade, Dia do
Engenheiro Agrônomo, Dia do Corretor de Seguros, Dia do aniversários de várias
cidades brasileiras e Dia da Saúde e Esportes no Japão... Ufa! É coisa de mais.
Acho que as crianças são as mais lembradas,
afinal, são elas as mais escutadas em uma oração, as mais saudáveis e que
praticam esportes (brincadeira devia contar como esporte), o futuro de qualquer
profissão, moradores das cidades e possuidores de um mar de imaginações! Eu
adoro as crianças e espero ser uma, mesmo que mais responsável...
Para comemorar esse dia o Herdeira das Letras
decidiu postar uma lista de livros legais para povoar nossa imaginação,
crianças ou não, devemos mantê-la sempre saudável!
O Sítio do Picapau Amarelo
Era uma das minhas coleções prediletas. Pedrinho,
Emília, Narizinho, Visconde, Tia Nastácia e Dona Benta. Eu adorava ouvis sobre
suas aventuras. Foi o Monteiro que me fez gostar de ler e recomento a qualquer
pessoa, mesmo os adultos, pois o mundo do Sítio não tem limite de idade!
Harry
Potter
Outro que não tem idade. O bruxinho Harry Potter
vai sempre povoar minha imaginação.
Pippi Meialonga
Uma menina super divertida, é impossível não
querer ser amiga dela e poder fazer todas as suas maluquices.
Percy Jackson
A história do semideus Percy Jackson e seus
incríveis amigos vivendo aventuras do mundo grego nos dias atuais já levaram
milhares de crianças ao redor do mundo à leitura, sabia? É porque simplesmente
você não consegue parar de ler.
Jogos Vorazes
Sabem, eu normalmente implico com as traduções
modificadas dos títulos no Brasil, mas nesse caso não acho que pudesse ficar
melhor, primeiro que voraz também ode significar muita fome, segundo porque
esses livros são de leitura voraz! Conheça também o Mundo de Katniss e veja
como é parecido com o nosso! Será que na verdade não lutamos nos Jogos Vorazes
sem saber?
O Diário da Princesa
Qualquer garota se identifica com a
Princesa Mia! Quando era criança tinha o maior preconceito com esse livro, mas
quano peguei para ler, simplesmente amei! A Mia, mesmo sendo princisa, não
parece ser diferente de nós, acho que esse é o encanto do livro.
Fazendo Meu Filme
Esse é um livro que me surpreendeu. Quando peguei
para ler pensei que falava da filmagem de um filme mesmo, mas quando descobri a
vida de Fani fiquei tão encantada. Tenho que admitir que só li o primeiro, mas,
quando eu tiver tempo, pretendo ler os outros.
O Senhor dos Anéis e O Hobbit
Incríveis! Esses livros são a base para toda a
geração de autores de literatura fantástica! Se você nuca leu e é fã desse tipo
de livro só digo uma coisa: Leia.
As Crônicas de Nárnia
Nárnia... Um lugar tão prefeito e tão cheio de
aventuras! É só ler e querer visitar. Ou melhor, leia e, assim, visite esse
lugar encantador.
Coleção Vagalume
Essa é antiga, e nem por isso menos fascinante.
Esses livros vem encantando crianças há várias gerações.
Alice No País das Maravilhas
Eu amo esse livro Tenho que falar a verdade, não
gosto do desenho da Disney (mas o do Jonny Depp é legal). Só que o livro é tão
legal!
Nossa! Eu queria fazer uma lista de 10 livros e acabou passando da
conta. É claro que não deu para incluir todos os livros que eu recomendo, muito
menos os que eu já li! Para finalizar, vou listar mais quatro livros (faremos
uma lista de 15 então). Esses são para os mais crescidos, e muita gente tem
preconceito de lê-los por serem clássicos, mas, ao contrário do que muitos
dizem, não tem nada de chatos.
Lira dos Vinte Anos
Escrito por Alvares de Azevedo, esse foi o
primeiro livro a me fazer dizer: "Cara, poesia por dizer muito
bacana!".
O Cortiço
Um livro tão fantástico. No fundo a história
daquelas pessoas é triste, mas nem por isso você deixa de tirar boas
gargalhadas.
Felicidade Clandestina
Clarice Lispector. Uma autora que divide minhas
opiniões, algumas vezes eu a acho fantástica, outras vezes... bom, nem tanto.
Mas nesse livro ela conseguiu me encantar. Adorei.
Contos do Machado de Assis
Na verdade esse não é o nome de um livro, mas,
pelo que eu ouço dizer, muitos tem medo de começar a ler os livros desse autor.
Portanto, recomendo que comesse pelos contos e depois leia tudo que você puder
dele. Machado de Assis escreve maravilhosamente bem (embora alguns personagens
deixem alguns livros como Memórias Póstumas de Brás Cubas um tanto quanto,
entediantes. Eu não consigo gostar desse personagem, ele não é flor que se
cheire).