Bem vindo à Herdeira das Letras! Esta é uma revista virtual onde você pode encontrar de tudo. Desde posts sobre política até recomendações de livros, filmes e locais para conhecer. Afinal, o que é a vida sem diversidade?
Acabo de ler um texto muito interessante. É um livro de reportagens, na verdade, de uma jornalista chamada Eliane Brum. A Vida que Ninguém Vê, porém, não é um livro típico. A cada pequena história descobrimos que a vida pode ser muito profunda, de maneiras que não imaginávamos antes.
Nesta obra, ganhadora do prêmio Jabuti de 2007, Eliane nos fala sobre a vida de pessoas nas quais, muitas vezes, não prestamos atenção. Fica provado, para quem leu o livro, que na realidade, todos somos extraordinários, e que nossas rotinas dão histórias dignas de heróis, bastando mudar o olhar. Para mim, Eliane Brum provou em A Vida Que Ninguém Vê que jornalismo pode mesmo ser literatura em poucas palavras.
Uma viagem internacional é um sonho
para muitos. Acreditamos que lugares diferentes nos tornem uma pessoa melhor. E
isso pode acontecer. Serão as paisagens paradisíacas que nos cercam em nossos
destinos? Ou a comida que excita nosso paladar? Nada disso, são as pessoas que
conhecemos as capazes de nos transformar.
Desde crianças somos influenciados
pelo local onde crescemos. Nós absorvemos a cultura e vivemos de acordo com os
princípios que nos foram ensinados. É comum que não tenhamos conhecimento da
forma como as populações de outros países vivem. Sem saber do quanto perdemos
com isso.
Vejamos os gregos e romanos. Quando
Roma invadiu a Grécia, ao invés de destruir todo o conhecimento encontrado,
decidiram por torná-lo parte de sua cultura, adaptando-o à sua visão.
E é este o princípio fundamental
das viagens. Pois, ao observar o outro, aguçamos o nosso olhar. A percepção do
diferente faz com que tenhamos uma melhor compreensão de nós mesmos.
Uma vez transformados, mudamos
conosco aqueles que estão ao nosso redor. Transmitimos nossas vivências e
aprendizados. O viajante, em seu retorno, trás
consigo a mágica de uma viagem e é capaz de contaminar a todos com sua alegria
e experiência.
Escravidão. Quando pensamos sobre o assunto a imagem que se forma em nossas mentes é de negros apanhando café e recebendo chibatadas de feitores que obedecem cegamente as ordens dos "coronéis". Tudo acontecido há séculos atrás ou em uma novela de época da Globo.
Nem por um momento lembramos da escravidão como uma prisão. Situação que humilha um ser humano, o faz sofrer, o mantém longe das pessoas que ama e de sua terra. Os escravos são vítimas do preconceito. Vítimas dos que se julgam melhores e superiores.
É essa visão deturpada de que uma pessoa pode ser inferior a outra que nos leva a encontrar a escravidão nos dias atuais. O trabalho infantil e o dos cortadores de cana, homens e mulheres que vivem ameaçados pelo poder dos "novos coronéis", são exemplos de que essa agressão à humanidade continua firme e forte.
No entanto, o trabalho forçado e o castigo físico não são as únicas expressões da escravidão. Recentemente essa tortura ganhou novos ares. Em nossa sociedade vivemos tão preocupados com a opinião alheia e com a quantidade de dinheiro em nossas contas bancárias que esquecemos de ser. Não mais expressamos nosso eu. Somos escravos da aparência. Machado de Assis diria que nos tornamos medalhões, belos por fora, porém, ocos.
Infelizmente, não há cura para todos os males, o que devemos fazer, portanto, é iniciar campanhas contra o trabalho escravo. Somente com pressão popular o poder publico aumentará a fiscalização, resgatando muitas pessoas da vida de escravo e do medo. Leis rígidas e punições severas podem inibir essa prática terrível entre os novos "senhores de escravos". Mas o que fazer quanto à escravidão a qual estamos todos submetidos? Quanto a isso, nos resta lembrar que somos os donos de nossas vidas e cabe a nós fazer ou não o que nos traz felicidade.
E, para seguir com a tradição do blog, uma música...
Natal. Definitivamente é uma data muito comemorada ao redor do mundo. Nesta época do ano nos sentimos mais próximos de honrosos sentimentos como a caridade e a felicidade. Isso se deve a pessoa que dá vida ao Natal: Jesus.
O próprio significado da palavra significa nascimento. Curioso é a data ser comemorada em dias diferentes. Na Russia o Natal é comemorado em 7 de janeiro e, no Japão, em 22 de novembro. Esta também é uma celebração de união, já que várias de suas tradições foram adquiridas de outras culturas.
Você deve estar se perguntando o que eu quero com todo este papo. Deve ter desconfiado, claro, que é só um desejo de Feliz Natal. E está certo. Não importa em que dia seja comemorado, neste Natal, desejo que todos se lembrem que esta festa é a celebração da vida, da felicidade, da amizade e, principalmente, da esperança.
Este episódio de Glee não é um dos melhores, na minha opinião, mas nem por isso deixa de ser divertido! O New Directions se preocupam com a concorrência das Nacionais. Um dos grupos é como a Lady Gaga e os integrantes do grupo se preocupam que a maioria se assemelhe com a Katy Perry. Tina reclama que a maior Gaga do clube, Kurt, não está mais lá.
Para quebrar esta rivalidade entre as duas divas, Mr.Shue decide fazer uma semana homenageando as duas popstars. Funciona da seguinte forma, os gleeclubers que se identificam com Katy Perry, cantaram Gaga e vice versa.
Enquanto isso, em Nova Iorque, Kurt quer montar uma banda, Dani pede para entrar. O rapaz aceita e convida Rachel e Santana para participarem também. Santana diz que sim (mais por causa da Dani do que da banda) e Rachel rejeita a oferta, ela diz estar muito ocupada com os ensaios para Funny Girl.
Kurt aluga uma sala para fazer as audições para sua banda, no entanto só aparece uma pessoa para o teste, Starchild. Ele canta "Mary The Night", da Lady Gaga. Santana e Dani adoram, Kurt, não. O garoto diz a Satarchild que ele não se encaixa no perfil da banda. Santana se surpreende com a atitude do amigo, mas Kurt está irredutível.
Sam está apaixonado pela enfermeira da escola e fica um pouco decepcionado quando descobre que ela faz mais o estilo da Lady Gaga que da Katy Perry. Então, ele aproveita a atividade do New Dirctions para impressionar a garota.
Jake aceita ser o coreógrafo das Cheerios e Marley o incentiva. Mas, após um encontro onde Jake tentou passar a mão em seus seios, os dois brigaram. O irmão de Puck começou a ter um caso com Bree (a líder de torcida do mal).
Sam, Blaine, Artie, Ryder e Marley apresentam "Applause", da Lady Gaga. Sam havia convidado toda a escola para a apresentação fazendo um vídeo no estilo da cantora. Penny (a enfermeira) e Becky compareceram. Durante a performance, quase todos se mostraram bem versáteis, menos Marley (que se vestiu exatamente como a Katy Perry), já que ela queria provar para Jake que não mudaria quem ela é por causa dele nem de ninguém. Com essa atitude, o que Marley conseguiu foi ser suspensa do Glee Club por uma semana.
Sam descobre que Penny gosta muito mais da Katy do que da Lady Gaga, mas que ela gostava de agir ao contrário para que as pessoas não a achassem sem graça. Sabendo disso, o garoto a convidou para a apresentação do grupo da Katy no Glee Club. Jake, Kitty, Unique e Tina cantaram "Wide Awake".
Após uma conversa com Rachel, Kurt se arrepende de não ter aceito Starchild para a banda e começa a procurá-lo, sem sucesso, já que não sabe nem o verdadeiro nome nem o telefone do garoto. Por sorte, o artista aparece no bar onde Kurt trabalha, vestido de uma forma totalmente diferente da que estava da última vez e ele é finalmente aceito na banda.
Agora só faltava um detalhe, o nome do conjunto. Dani, Santana e Starchild (que chama Elliot) dão sugestões, todas rejeitadas por Kurt. Rachel chega do seu ensaio e sugere um nome que, para o amigo, é perfeito. Todos tentam convencê-la a entrar na banda, agora chamada Pamela Lansbury.
Por fim Sue suspende todos os alunos do New Directions e todos começasm a cantar "Roar" da Katy Perry. As pessoas em Nova Iorque também cantam.